Na mídia
O próximo presidente da República poderá indicar, ao longo do mandato, até 48 nomes para as diretorias de agências reguladoras que atuam em setores como energia, telecomunicações, petróleo e gás, transportes, saneamento e saúde suplementar.
Em reportagem do Estadão sobre o impacto dessas nomeações no ambiente regulatório e nos investimentos em infraestrutura, Rodrigo Duarte Garcia destaca a importância de agências técnicas e independentes.
Segundo o sócio, a forma como esses órgãos são percebidos pelo mercado influencia diretamente o ambiente de investimentos: “Quando a agência é percebida como técnica e independente, o custo de capital cai, a competição nos leilões aumenta e o consumidor ganha.”
A matéria também aborda o processo de indicação e aprovação dos novos diretores e os efeitos que a composição das agências pode ter sobre setores estratégicos da economia.